http://www.youtube.com/watch?v=PddfUE49yQo&feature=related
http://www.youtube.com/user/2011Cavacosilva



Como todos sabem, ou deveriam saber, as eleições presidenciais portuguesas realizar-se-ão no dia 23 de Janeiro de 2011, com os candidatos Aníbal Cavaco, Fernando Nobre, Defensor Moura, Francisco Lopes, Manuel Alegre e José Pinto Coelho. As últimas sondagens efectuadas dão a vitória à primeira volta, ou seja, com maioria absoluta, ao candidato e actual Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva.
Actualmente, os meios de comunicação estão repletos de notícias e informação sobre as presidenciais, especulando sobre quem irá ganhar e o que isso trará ao país de melhor, ou pelo contrário. Para além disso vimos a televisão tomada de assalto pelas próprias campanhas dos candidatos, pelos seus tempos de antena, entrevistas, debates, visitas, comícios… Após isto, quais são os benefícios para a população portuguesa que está no meio de uma crise económica e possivelmente política? É tudo esta ostentação que lhes vai arranjar trabalho, que lhes vai dar dinheiro para alimentar a família? Eu penso que não – e acho que não sou o único -, mas mesmo assim gastam-se mais de 5 milhões de Euros em campanha, no conjunto.
Portanto, o mais provável é a população em geral encontrar-se em maiores dilemas do que quem será o próximo Presidente da República. Eu não posso sentir-me indiferente com este assunto porque realmente para o que é que se está a votar? Para um “prestigiado” fantoche? Para uma figura meramente representativa, cujos poderes são reduzidos e controlados? Para uma mascote do parlamente com uma trela? Sinceramente não sei. Por dizer isto não significa que seja a favor da supressão do cargo de Presidente da República, até pelo contrário, defendo uma reforma aos estatutos e poderes do Presidente da República, para que este seja mais que uma figura de ostensão nacional.
Acredito que num regime semi-presidencialista é onde os poderes constituintes de uma nação se encontram mais equilibrados e onde não existem cargos “fantasma” ou excessivamente subordinados.
Resumindo:
Presidenciais?? Para quê?
Aqui podem confirmar as restrições que o Presidente tem:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Presidente_da_Rep%C3%BAblica_Portuguesa
Estes dois submarinos têm um custo inicial de 800 milhões de euros, o que representa 5% do PIB. Esta compra vai aumentar para mais do dobro o déficit das contas públicas previsto no Plano de Estabilidade e Crescimento que se compromete com a redução para 4%. Tendo em conta o custo dos submarinos, este salta para os 9%.
Qual é a vossa opinião sobre o assunto? Esta compra será necessária ao país? Que vantagens e inconvenientes ela arrasta?
Pensando na Geografia do país e na sua vasta costa atlântica, assim como na nossa participação na NATO, eles poderão ser importantes na garantia da nossa defesa e segurança, assim como na contribuição para a defesa e segurança doutros países em risco de a perderem. Além disso quase todos os países da UE possuem estes equipamentos em número superior ao nosso, decerto é porque eles farão falta...
Por outro lado, terá sido este o momento oportuno para fazer um investimento tão dispendioso e que tanto pesará no nosso orçamento? Num momento em que tantos sacrifícios foram pedidos aos portugueses?
Remeto-vos para o seguinte documento, com o qual estou de acordo e que poderá explicar esta opção:
http://www.mdn.gov.pt/NR/rdonlyres/419F3395-6C35-4BC3-8177-67F66764795C/0/08052002_Conf_Imprensa_MDN_Orc_Mil.pdf
Todas as opiniões são bem vindas e gostava de saber a TUA!
Filipa Sobral

Após o professor nos ter entregue aquela folha para lermos em casa, saltou-me à vista a palavra "Leviatã" e de imediato coloquei no ar a pergunta: "Quem é o Leviatã?" pois já ouvira falar do mesmo algures. Talvez no filme "Atlântida: O Continente Perdido", filme que vi em criança há alguns anos atrás.Blogue da disciplina de Ciência Política, na Escola Secundária de Severim de Faria, onde se respeitam as diferenças, se fundamentam as opiniões e se contribui para a discussão.