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quarta-feira, 25 de março de 2009

Energias Renovavéis

Portugal é o terceiro pais da Europa onde mais se produz energia renovavél. A maior central fotovoltaica do mundo encontra-se em Moura, no Alentejo. E o parque eólico do Alto Minho é a maior empresa de produção de energia eólica da Europa.
Energia solar - Os painéis fotovoltaicos produzem energia directamente da radiação solar, que são constítuidos por células fotovoltaicas, por sua vez, estas convertem a radiação solar em electricidade através de particulas minúsculas denominadas por átomos.
Energia éolica - Energia eólica é a energia que provém do vento, apartir das deslocações das massas de ar, pode ser transformada em energia electrica através das turbinas eólicas ou aerogeradores. A potência de energia disponível numa turbina depende da velocidade do ar que passa por ela, o que varia com a intensidade e direcção do vento.
Energia apartir das ondas - Apartir do movimento das ondas, é possível aproveitar a descida ou subida das marés para accionar uma turbina e um gerador.

terça-feira, 24 de março de 2009

Porquê aderir aos painéis solares?

Apesar de eu "gostar" de criticar muito o governo do nosso país digo agora que nem tudo é mau. Desta vez teve-se uma boa ideia: Promover o uso de painéis solares como fonte de energia para a casa. Acho uma belíssima ideia o Estado financiar metade do preço do equipamento. Esta é uma ideia boa em todos os sentidos, pena ser das poucas, pois representa uma diminuição do peso mensal em energia no orçamento doméstico das famílias, uma ajuda ao ambiente , uma ajuda às empresas portuguesas que produzem os painéis solares e também às micro empresas de montagem e manutenção. Esta foi uma ideia pertinente, e ao contrario do que se diz não é das que tentam esconder problemas maiores, esta é sim uma ideia que até poderá dar uma pequena ajuda ao país na dinamização da sua economia pelo já explicado atrás.

«Queremos que os portugueses comprem e instalem painéis solares porque estarão a dar mais oportunidades às empresas portuguesas, não apenas às que produzem os painéis, mas também às pequenas e micro empresas que são subcontratadas pelo país para fazer a instalação e manutenção» José Sócrates in TVI 24

segunda-feira, 9 de março de 2009

Energias Renováveis

Portugal exporta hoje tecnologia que importava em 2005

[05-05-2008]

«Portugal tem hoje um cluster de energias renováveis que não tinha há três anos, estando agora a produzir o que antes era importado porque era demasiado sofisticado para ser feito em Portugal», afirmou o Primeiro-Ministro no anúncio de um novo projecto de células fotovoltaicas da empresa alemã Qimonda, em Vila do Conde, em 5 de Maio de 2008.
«Este investimento é uma prova de confiança em Portugal, na nossa economia e na competência dos portugueses», sublinhou José Sócrates, destacando a «intensidade tecnológica» do projecto, que «está na vanguarda do que de melhor se faz no mundo». O projecto prevê a criação de uma nova fábrica capaz de produzir 30 milhões de células solares por ano, empregando 150 pessoas e representando um investimento de 70 milhões de euros.
Portugal ganhou o projecto, que entrará em produção em 2009, à Alemanha. Numa segunda fase, o projecto poderá ser reforçado com um investimento de mais 30 milhões para aumentar a capacidade de produção para 70 milhões de células solares por ano, criando mais 50 postos de trabalho. O PM destacou a importância do projecto por «aproximar Portugal e os portugueses da vanguarda tecnológica», por colocar a Quimonda - cuja fábrica de montagem e teste de produtos de memórias informáticas foi o maior exportador português em 2007 - no sector das células fotovoltaicas, e por se tratar de um investimento em energias renováveis, nas quais o Governo tomou a decisão estratégica de apostar.

O facto de em 2007, pela primeira vez em séculos, Portugal ter vendido mais tecnologia do que a que importou, deve-se, em parte, à posta feita nas energias renováveis, referiu Sócrates. O Ministro da Economia, Manuel Pinho, disse que «Portugal é o 5.º país da Europa e, possivelmente, do mundo em tudo o que é indicadores relativos às alterações climáticas e energias renováveis»; «este investimento em energias renováveis pode trazer novas oportunidades de negócio e este e um desses casos em que o investimento de hoje são as exportações de amanhã». O presidente da empresa portuguesa, Armando Tavares, disse que tudo «faz prever uma elevada taxa de crescimento da indústria fotovoltaica nos próximos anos» e que «este investimento representa, para Portugal, um importante contributo para colocar o nosso país na linha da frente das energias renováveis, não só na sua exploração, mas também a montante na produção de equipamento».

Fonte: Portal do Governo